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Artigos - Informática
O gabarito de fluxograma e as escolas de samba, qual é a relação?
Os profissionais com mais tempo de carreira até se lembram dele. Sim, aquela chapa plástica, normalmente verde, com vários formatos de figuras e linhas, usadas para a representação gráfica de atividades, tarefas e políticas (regras), normalmente associadas a processos administrativos e de produção. Na época, o disputadíssimo “Flow Chart” da IBM.Os profissionais com mais tempo de carreira até se lembram dele. Sim, aquela chapa plástica, normalmente verde, com vários formatos de figuras e linhas, usadas para a representação gráfica de atividades, tarefas e políticas (regras), normalmente associadas a processos administrativos e de produção. Na época, o disputadíssimo “Flow Chart” da IBM.

Por que do saudosismo? Porque aqueles esquemas de figuras associadas por linhas, setas e conectores de procedimentos e páginas, simplesmente demonstravam como era e/ou como deveria ser um determinado processo (sistema) organizacional e/ou produtivo. Isso é claro, para quem sabia fazer sua montagem/leitura (interpretação).

Interessante, dirão alguns, mas para que serve isso? “Hoje, com as novas ferramentas de desenvolvimento/modelagem, principalmente as voltadas à Internet, conseguimos elaboramos rapidamente várias soluções para processos empresariais e/ou projetos de ‘web sites “, sem maiores complicações e sem sairmos de nosso computador! Uma delas sempre atenderá às necessidades do cliente”.

De fato, em nosso dia-a-dia notamos que a proposição de soluções até são mais rápidas, a tecnologia ajuda muito nesse sentido. Contudo, nem sempre atendem aos reais interesses e necessidades daqueles a quem são destinadas. Por exemplo, alguns “web sites” são verdadeiras jóias e exemplos de dinâmica funcional – abrem-se janelas, piscam “gifts animados”, “banners” e “links” -, pena que nem sempre o que é desejado está disponível, ou se está, bem que poderia estar à vista. Exageros à parte. são muitos os “web sites” na Internet que primam pela simplicidade e objetividade, com muita arte e bom gosto.

Porém, o que este assunto tem a ver com a ferramenta chamada fluxograma e as escolas de samba. A resposta é tudo. A fluxogramação de um processo, tecnicamente bem feita, é sinônimo de levantamento de informações junto aos clientes internos e externos, de análise de sua eficiência e eficácia e de recomendações de soluções alinhadas aos objetivos buscados. É a diferença entre soluções naturais e soluções planejadas, ou seja do “pode dar certo” e “da alta probabilidade de ser o certo”. Aqueles que possuem ou estão em processo de certificação ISO 9000, sabem do que estamos falando.

Se ainda sobraram dúvidas sobre a importância de se pensar e representar antes o que deve ser feito (planejamento), então, como “cheque mate” cabe o exemplo de excelência operacional de uma escola de samba.

Muitas pessoas durante o Carnaval se questionam como uma escola de samba com mais de 4.000 integrantes, distribuídos em várias alas, desfila harmonicamente nos 700 metros de passarela, por um período pequeno e determinado. Em 1996, um artigo da Super Interessante trouxe a resposta documentando a “linha de montagem do espetáculo” que dura doze meses e os seguintes depoimentos de administração aplicada: “Há um diretor de harmonia trabalhando com mais de trinta assistentes que o ajudam a manter o ritmo. Ele é a autoridade máxima na avenida. Pode expulsar até o presidente da escola, se ele estiver atrapalhando”; “Hoje, o carro de som segue em cima da bateria é o nosso retorno de som. Fica difícil errar”; “A tecnologia ajuda , mas não resolve. É no “balanço”, no suingue, que a bateria se dá bem. O importante é a qualidade do ritmista e a boa arrumação dos instrumentos”; “Hoje, com a qualidade técnica praticamente nivelada entre as grandes escolas, a diferença se faz no estilo”; “A filosofia de uma bateria é muito simples: trabalhar em conjunto. O individualista não tem lugar aqui”. “Nós ensaiamos bastante, mas é para desenvolver um tipo de comunicação, de entendimento só no olhar”; “Planejamento e organização meticulosa é o segredo”.

A mensagem final é que não basta ser rápido, mas sim rápido e preciso, e isso só se obtém com planejamento dos recursos e dos resultados para atender aos objetivos definidos. Em tempo, a técnica de fluxogramação continua disponível, entre outras disponíveis, em modernos aplicativos de informática, tudo se resume em usá-la ou não para buscar nota 10 em todos os quesitos.

Luiz Cesar Borgo
Sócio Consultor de Negócios
Dixit Desenvolvimento Tecnológico Ltda.
e-mail – borgo@dixit.com.br
www.dixit.com.br

Artigos - Gestão
Qualidade : O Foco Certo
Início do século, os cidadãos de todas as raças e países continuam a resgatar o indiscutível, porém desgastado, direito do ser humano de ter e satisfazer seus desejos e necessidades.

Correlacionada a esta batalha de direito à cidadania, emergiu dentre as cinzas o milenar conceito de qualidade, ajustado à nova realidade política, econômica e social do mundo globalizado.

A diferença fundamental é sabermos que a qualidade é ditada por quem deseja algo, e não pela ótica de quem produz esse algo. É a consciência de que só será atendida e superada a expectativa de nosso cliente – interno ou externo – se de fato ele receber, no mínimo, o “produto ou serviço” que solicitou.

É óbvio que por ser o conceito de ampla aplicação, ele não é de simples execução. Porém, no universo dos negócios, chegar e manter esse estágio organizacional ainda é o maior desafio de mudança cultural para a maioria das empresas, no Brasil e no mundo.

Apenas a conscientização - primeiro passo do processo de mudança - não é suficiente. É preciso passar-se para a ação pragmática, ou seja, a efetiva capacitação empresarial para a implementação de medidas e atitudes voltadas para que a filosofia da qualidade seja metabolismo comum dos colaboradores no dia-a-dia de trabalho, independente de seus níveis hierárquicos.

Não é apenas a contratação de um profissional, de uma consultoria, ou a criação interna de um órgão ou grupo de trabalho voltado à qualidade, que gera a qualidade. Como também não basta participar de um seminário, nem ler um livro ou alguns artigos sobre o tema. É preciso tudo isso e mais. O foco certo é a profunda convicção na filosofia da qualidade total, associada à sua prática diuturna.

É a predisposição honesta e dedicada dos dirigentes em investir, durante o tempo e no que for necessário, para a qualidade. É o respeito e tolerância com os colaboradores durante o processo de qualificação e conscientização para a mudança. É a intolerância com a não-conformidade, com a aceitação passiva do erro. É o prazer com a satisfação do cliente.

Coerente com esta atitude pró-ativa, a qualidade deixa de ser modismo, às vezes até oportunismo comercial, e passa a constituir-se em mais um fator de êxito empresarial, uma componente verdadeira do desejado exercício de cidadania corporativa.

Luiz Cesar Borgo
Sócio Consultor de Negócios
Dixit Desenvolvimento Tecnológico Ltda.
e-mail – borgo@dixit.com.br
www.dixit.com.br
Artigos - Informática
A Internet e o “web site” – tecnologia, arte, informação e resultado.
A sinergia dos elementos acima caracteriza uma situação bastante interessante na criação e implementação de um “web site”. A busca pela aplicação equilibrada dos componentes é ao mesmo tempo empolgante quanto aos aspectos tecnológicos e artísticos e preocupante quanto a real efetividade do uso da informação, da sua contribuição para o enriquecimento democrático do conhecimento humano e à consecução do objetivo para o qual ele foi concebido, em síntese o resultado desejado.

A Internet como rede interativa global e de baixo custo, trouxe significativas mudanças no comportamento dos indivíduos, países, negócios e governos. Fato indiscutível e irreversível. Eventual mau uso da mesma é processo inerente a uma parcela de seres humanos que conseguem degradar desde as mais ricas filosofias de vida, até o uso adequado de ferramentas e instrumentos concebidos originalmente para serem de grande valia ao desenvolvimento humano. O veículo automotivo foi desenvolvido para o transporte com conforto e ganho de tempo, porém em mãos “despreparadas” ou “dolosas” pode matar.

A criação de um “web site” sob o ângulo de uma peça de mídia de massa pode ser algo encantador, marcante e correto quando ao seu design – rico ou sóbrio em cores e traços e/ou animado ou estático -, desde que alinhado com a comunicação de conteúdo que se propõe representar ou divulgar. Porém, pode ser um conjunto inexpressivo e confuso de elementos, sem nexo aparente aos olhos dos usuários da Internet. Qualquer que seja o quadro apresentado, imperdoável são os textos com erros ortográficos – mesmo reconhecendo a complexidade de nossa língua – e os exageros no uso de estrangeirismos.

A aplicação de recursos representados pelos equipamentos, periféricos e acessórios de última geração, associados aos sistemas de navegação, comunicação, aplicativos de tratamento de imagens, sons e dados, entre outras inovações diuturnas, constituem-se em verdadeiros shows tecnológicos, algumas vezes verdadeiros espetáculos circenses frente às reais necessidades de sociedades em desenvolvimento. Contudo, segundo os desenvolvedores de tecnologias, estás soluções sempre estão a serviço da identificação, organização, armazenamento e recuperação de dados e informações úteis ao saber contínuo e à democratização do conhecimento. Novamente é impossível negar que a amplitude de conhecimentos obtida através de pesquisas em “web sites” da Internet, em poucos minutos, é expressivamente maior que o resultado obtido com as consultas a respeitáveis fontes de saber, representadas pela Coleção Tesouro da Juventude e às Enciclopédias Delta Larousse e Britânica, entre outros “bancos de dados” disponíveis em forma gráfica.

Se a Internet traz tantas vantagens e benefícios, então qual é o problema? Ele está justamente na clara definição de qual é o objetivo, isto é, o propósito para o qual um “web site” é criado e implantado na Internet. Sem tal clareza, a esperada contribuição pode ficar comprometida ou minimizada, desperdiçando seu grande potencial de penetração, como mídia de massa, além do investimento efetuado.

No universo dos negócios, desenvolver um “web site” exclusivamente institucional é desprezar todo potencial de um dos mais poderosos instrumentos de mídia dos últimos anos. É verdade que uma cultura de negócios virtuais ainda está em formação via Internet, porém obtêm os melhores resultados àqueles que ousam, inovam e investem nas tecnologias emergentes, desde que com visão estratégica de negócios e de cidadania corporativa. Escreveu Richard Bach, no livro Fernão Capelo Gaivota, “Enxerga mais longe a gaivota que voa mais alto”.

Em nossa percepção, só a aplicação contínua e conjunta dos recursos tecnológicos, artísticos e de tratamento da informação, com foco nos resultados estratégicos institucionais e sociais desejados é que cristalizará a Internet como o marco divisório da evolução humana em termos de democratização da gestão do conhecimento. Os absurdos, como em todos os processos de evolução, entendo que serão tratados à medida que a Sociedade aprender a com eles lidar, estabelecendo limites éticos, morais e legais pertinentes, em hipótese alguma considerando a censura à liberdade de expressão como meio válido de controle.

Luiz Cesar Borgo
Sócio Consultor de Negócios
Dixit Desenvolvimento Tecnológico Ltda.
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